Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou nesta
quarta-feira a Eternit a indenizar em R$ 1 milhão por danos morais à
família de Yura Zoudine, ex-engenheiro de produção da fábrica da empresa
em Osasco, São Paulo. Ele morreu em 2005, aos 72 anos, por mesotelioma
na pleura, câncer relacionado à exposição prolongada ao amianto, fibra
comprovadamente cancerígena.
Zoudine chefiou, de 1964 a 1967, o controle de qualidade da unidade da empresa de Osasco, que foi desativada em 1992. De acordo com a defesa, ele trabalhava sem equipamento de proteção e seu escritório ficava no interior da fábrica, próximo ao local de manipulação das figuras de amianto.
Zoudine chefiou, de 1964 a 1967, o controle de qualidade da unidade da empresa de Osasco, que foi desativada em 1992. De acordo com a defesa, ele trabalhava sem equipamento de proteção e seu escritório ficava no interior da fábrica, próximo ao local de manipulação das figuras de amianto.
Segundo o advogado da família, Gustavo Ramos, do escritório Aline
& Roberto Advogados, cabe recurso à decisão, mas com poucas chances.
Para ele, recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) seria apenas
protelatório. “O Supremo não aprecia valores de indenização. Não há
dispositivo constitucional sobre o assunto. Seria um recurso
exclusivamente para adiar o pagamento da indenização”.
Esta é a maior indenização por danos morais já determinada pela última instância da Justiça do Trabalho num caso de contaminação por amianto. O valor será destinado à viúva e aos quatro filhos de Zoudine.
Esta é a maior indenização por danos morais já determinada pela última instância da Justiça do Trabalho num caso de contaminação por amianto. O valor será destinado à viúva e aos quatro filhos de Zoudine.
Banimento
Tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) ação direta de inconstitucionalidade que pede o banimento do amianto no país, proposta em 2004. Chegou a ir a julgamento em 2012, mas não houve decisão. Como o relator do caso, ministro Ayres Britto, que já tinha proferido o seu voto, aposentou-se, o processo foi entregue a Rosa Weber que vai analisar a questão dez anos após a ação ter sido proposta.
Com informações de O Globo
Tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) ação direta de inconstitucionalidade que pede o banimento do amianto no país, proposta em 2004. Chegou a ir a julgamento em 2012, mas não houve decisão. Como o relator do caso, ministro Ayres Britto, que já tinha proferido o seu voto, aposentou-se, o processo foi entregue a Rosa Weber que vai analisar a questão dez anos após a ação ter sido proposta.
Com informações de O Globo
Fonte: https://br.financas.yahoo.com/noticias/eternit-%C3%A9-condenada-a-pagar-r--1-milh%C3%A3o-para-vi%C3%BAva-de-ex-funcion%C3%A1rio-133313039.html

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